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Piauí volta a gerar empregos e já acumula mais de 4,2 mil novos postos

Em 2021, todos os setores registraram saldo positivo, com destaque para o comércio que sozinho gerou 935 vagas.

30/03/2021 18h41
Por: Pablo Carvalho Fonte: Meio Norte
Piauí volta a gerar empregos e já acumula mais de 4,2 mil novos postos

O mercado de trabalho formal piauiense voltou a registrar um bom resultado em fevereiro. Dados divulgado nesta terça-feira (30) pelo Caged, que é o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, órgão vinculado ao Ministério da Economia, mostram que o Piauí gerou 2.751 novas vagas emprego com carteira assinada no mês passado. Esse número representa uma variação relativa de 0,92%, em relação ao mesmo período do ano passado. Em janeiro, o Estado já havia registrado um saldo positivo de mais de 1,6 mil novas vagas, o melhor resultado desde outubro de 2020. 

Agora, o Piauí acumula a criação de mais de 4,2 mil vagas de empregos formais somente em 2021. Todos os setores registraram saldo positivo, com destaque para o comércio que sozinho gerou 935 vagas. Com o bom desemprenho, o Piauí atingiu a terceira posição entre os mercados de trabalho nordestinos que mais geraram emprego nos dois primeiros meses do ano, ficando atrás apenas de Ceará (20.211 novas vagas) e Bahia (33.281). No Brasil, em geral, foram criadas quase 402 mil novas vagas em fevereiro, melhor resultado do mês da série histórica.

E o bom resultado ocorre em meio à pandemia de Covid-19 e ao aumento no número de contaminados e de mortes provocadas pela doença, que também começa a gerar reflexos negativos na economia, em virtude da paralisação de alguns setores considerados não essenciais para tentar frear a transmissibilidade do vírus. Desde sexta-feira passada, que um novo decreto do Governo do Estado estabelece algumas restrições em alguns setores da economia, pelos próximos dez dias. As medidas foram adotadas pelo Comitê de Operações Especiais (COE) contra a Covid-19. 

Os dados do Caged consideram apenas os trabalhadores com carteira assinada, ou seja, não inclui os informais. Os números são coletados das empresas e abarcam o setor privado com carteira assinada, enquanto que os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são obtidos por meio de pesquisa domiciliar, e abrangem também o setor informal da economia.

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