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IDEPI diz que Açude Salinas e outras 10 barragens não correm risco de rompimento

Outro fenômeno que chama atenção é o aumento do número de barragens com seus sangradouros em operação no período chuvoso.

28/03/2020 10h35
Por: Pablo Carvalho Fonte: Meio Norte
Sangradouro barragem Salinas (Foto: Oeiras em Foco)
Sangradouro barragem Salinas (Foto: Oeiras em Foco)

O Instituto de Desenvolvimento do Piauí (IDEPI) já inspecionou o Açude Salinas e mais 10 barragens das 14 barragens que estão sob a responsabilidade do órgão. O monitoramento das barragens acontece durante todo o ano, mas foi intensificado no período chuvoso com a criação de uma comissão especial.

As barragens foram inspecionadas de ordem de capacidade da maior para menor, inciando pela barragem Salinas - São Francisco do Piauí; Piracuruca - Piracuruca; Algodões - Curimatá; Pedra Redonda - Conceição do Canindé; Mesa de Pedra - Valença; Corredores - Campo Maior; Emparedado - Campo Maior; Bezerro - José de Freitas; Poços - Itaueiras; Estreito - Simões; Estreito - Padre Marcos. Ainda faltam inspecionar as barragens de Poço Marruá - Patos do Piauí; Petrônio Portela - São Rdo. Nonato e São Vicente - São Miguel do Tapuio.

“As inspeções nortearão a necessidade de manutenções preventivas e/ou corretivas nas barragens monitoradas pelo órgão e, das realizadas até o momento, nenhum grau de risco de rompimento foi constatado”, diz o engenheiro Gregório Paranaguá. Ele lembra que este acompanhamento vem sendo realizado desde o início do ano quando foi nomeada uma comissão especial cujo objetivo foi intensificar a fiscalização e monitoramento das barragens construídas pelo órgão devido ao aumento das chuvas nesta época do ano. 

Outro fenômeno que chama atenção é o aumento do número de barragens com seus sangradouros em operação no período chuvoso. Sobre o assunto, o diretor do IDEPI explica que esta é a função deles.  

“Quando isso ocorre, o sangradouro está fazendo, portanto, a sua função definida em projeto, que é liberar águas excedentes, evitando, também o rompimento da barragem ou mesmo a retenção de água nos afluentes que desembocam nas bacias dos reservatórios e, por conseguinte, evitando inundações nas áreas amontoantes”, destaca. 

Outros esclarecimentos se referem às construções em locais onde há barragens, que deverão ter uma distância mínima de 200 metros. “É importante obedecer às recomendações de segurança, deixar os vertedouros livres e evitar construção de edificações nas margens dos reservatórios a uma distância mínima de 200 metros”, destaca Antônio Marcos Silva Lima, Diretor de Engenharia do IDEPI.

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