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Saúde

Complexo HRDC/UPA convoca imprensa para informar medidas devido o coronavírus

Atendimentos ambulatoriais estão suspensos por 15 dias. Depois será feita uma nova reavaliação da situação.

17/03/2020 22h46Atualizado há 2 semanas
Por: Pablo Carvalho
Fonte: Redação Oeiras em Foco
(Foto: Oeiras em Foco)
(Foto: Oeiras em Foco)

O diretor do Hospital Regional Deolindo Couto de Oeiras, Alípio Sady, convocou a imprensa para uma coletiva no fim da tarde desta terça-feira (17), para repassar informações no qual o complexo HRDC/UPA irá cumprir o decreto estadual para combate ao Covid-19.

O decreto possui 12 artigos e tem efeito imediato. Foi criado o Comitê de Gestão de Crise para fins de gestão e acompanhamento da situação de emergência, esse Comitê deverá adotar as medidas necessárias para monitorar e se contrapor à disseminação da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Divulgação correta e calma à população

O diretor informou que foi convocando na última quinta-feira (12), para uma reunião onde foram traçadas estratégias de como realizar os procedimentos de atendimento.

"De início, quando houver uma suspeita de que o paciente está com suspeito do coronavírus, esse paciente será atendido pela UPA, passará por uma triagem e ai o médico vai identificar se é necessário fazer quarentena, ficar em observação, colher amostra e por fim confirmado a necessidade de internação. Peço calma a todos porque no Piauí não tem casos suspeitos... estamos aqui para esclarecer e passar informações corretas, há muita informação fake por ai em redes sociais, não precisa pânico, isso não ajuda em nada".

Oeiras sem suspeitas e complexo recebendo equipamentos

Alípio Sady explicou ainda que, " o hospital está recebendo equipamentos como jaleco impermeável, máscaras, alcool-gel, entre outros. Importante ressaltar que a região de Oeiras está até o momento sem nenhum caso suspeito, e que no momento é mais questão de orientações, não é uma tosse, uma gripe comum que lhe faz suspeito", relata.

Orientações aos municípios do Vale do Canindé

O diretor falou ainda sobre a orientação aos municípios do Vale do Canindé no qual é atendido pelo complexo HRDC/UPA está recebendo orientações através dos canais de comunicação com os municípios e frisa que a responsabilidades é de todos, inclusive dos pacientes.

"Esse problema, a pandemia que estamos vivendo é uma responsabilidade de todos, inclusive do paciente. É importante que cada um chame a responsabilidade para si. A grande maioria dos municípios do Vale do Canindé são responsável pela atenção básica, salva-se, Simplício Mendes, mas a Sesapi tem repassado as orientações para as secretarias de saúde dos municípios. Existe um fórum chamado CIR (Comissão de Intergestores Regionais), inclusive a presidente da comissão é a secretária de saúde de Oeiras, e participando dessas reuniões e grupos de WhatsApp privados nossos, são compartilhadas informações e orientações todo momento. Todas as medidas eu repasso aos secretários de saúde de cada município, por exemplo, eu tenho que fazer chegar a informação a cada município que não haverá atendimento ambulatorial esses próximos 15 dias, essa minha função", conclui Alípio Sady.

Veja quais foram as medidas adotadas pelo complexo HDRC/UPA:

  • 1. Fica permitida apenas um acompanhante UTI's e Maternidades;
  • 2. É permitidas a troca de acompanhantes com idade de 18 aos 59 anos, entre os períodos de 06 as 08 horas e 18 as 20 horas;
  • 3. Fica proibida a entrada de visitantes em todas alas, exceto UTI;
  • 4. Fica vedada o atendimento ambulatorial por 15 dias;
  • 5. É vedado a qualquer informação que não seja pelo diretor;
  • 6. Dados das pessoas com casos suspeitos e/ou confirmados não serão divulgados para manter a segurança e o bem-estar no paciente;
  • 7. Em caso de necessidade de mais um acompanhante, o enfermeiro (a) responsável avaliará a necessidade para conceder a permissão;
  • 8. Após os 15 dias será feita novas reavaliações, para verifica possíveis novas medidas;

No decreto de enfrentamento da situação de emergência determina ainda que, há previsão de isolamento; quarentena; determinação de realização compulsória de: exames médicos; testes laboratoriais; coleta de amostras clínicas; vacinação e outras medidas profiláticas; ou tratamentos médicos específicos; estudo ou investigação epidemiológica; requisição de bens e serviços de pessoas naturais e jurídicas, hipótese em que será garantido o pagamento posterior de indenização justa.

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