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Brasil Autorizada

Adapi conquista selo que permite Piauí vender produtos para todo o Brasil

Com a medida, o mercado consumidor desse setor não ficará restrito apenas aos 3,2 milhões de habitantes do Piauí

23/12/2019 16h07
Por: Pablo Carvalho Fonte: Cidade Verde
(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou nesta segunda-feira (23), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria 276, que autoriza a Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) a aderir ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI – POA). Com isso, a Adapi agora tem o poder de autorizar que empresas piauienses que produzem a partir de origem animal, como carnes, ovos, frango, mel e pescado, possam comercializar para todo o Brasil, sem precisar da chancela do Governo Federal.

Com a medida, o mercado consumidor desse setor não ficará restrito apenas aos 3,2 milhões de habitantes do Piauí, mas sim será ampliado para o território nacional. Porém, a Adapi prevê que o maior comércio desses produtos será entre os cinco estados que fazem divisa com o Piauí, que alcançam uma população somada de 45 milhões de habitantes:  Maranhão, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Ceará.

“Para ter o selo, mesmo uma pequena indústria precisava enfrentar uma fila nacional, e agora tudo será resolvido no Piauí. A nossa Adapi está credenciada. Graças a Deus após um longo trabalho saiu o SISBI para o Piauí. É um excelente presente de Natal para os empreendedores da área animal. Agradeço à equipe do José Genilson e Marcos Vinícius (da Adapi), e a luta das Câmaras Setoriais, coordenadas pelo Sérgio Vilela”, comemorou o governador Wellington Dias.

O diretor-geral da Adapi, José Genilson Sobrinho, explica que o impacto na economia piauiense será significativo, pois as empresas do setor têm bastante capacidade de produção, mas esbarram na limitação do tamanho do consumo piauiense. “Não podíamos, por exemplo, vender para mercados importantes e bem próximos, como as cidades de Timon e Caxias, no Maranhão, com muitos potenciais consumidores. Além disso, muitas queriam vender o excedente de produção”, afirma Sobrinho.

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