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Política

Governador se reúne com Raul Velloso antes de enviar reforma da Previdência para a Alepi

O economista Raul Velloso se reuniu na manhã desta quinta-feira (28) com o governador Wellington Dias (PT) para discutirem a reforma da Previdência dos servidores estaduais.

28/11/2019 17h36
Por: Pablo Carvalho
Fonte: Cidade Verde
(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

O economista Raul Velloso se reuniu na manhã desta quinta-feira (28) com o governador Wellington Dias (PT) para discutirem a reforma da Previdência dos servidores estaduais.

A ideia do governo é enviar na próxima semana à Assembleia Legislativa uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) propondo mudanças para a Previdência.

O governador garantiu que as novas regras levarão em conta a Emenda Constitucional 103 de 2019, que foi aprovada no Congresso Nacional que entrou em vigor no dia 13 deste mês.

"O estado tem obrigação de fazer suas adequações até para a gente seguir um regramento naquilo que vai levar ao equilíbrio da previdência".

Wellington Dias informou que os cálculos para reduzir o déficit da Previdência estão sendo feitos, mas existe a estimativa de reduzir em torno de R$ 170 milhões ao ano. Atualmente, o déficit do estado é de R$ 1 bilhão ao ano.

Raul Velloso apresentou sugestões para o equilíbrio da previdência.

"Há uma necessidade do estado não vacilar e não ter qualquer dúvida da de adequar o estado com a Constituição Federal, sob pena inclusive do estado ficar prejudicado. Não poder pegar financiamento, ter dificuldades de acesso aos programas da União", afirmou Wellington Dias.

Raul Velloso

O economista disse que todos os estados enfrentam déficit na previdência e vão ter que adequar as mudanças que foram aprovadas no governo federal.

"É vasculhar toda a legislação e vê o que ter que ser feito, as adaptações e colocar as coisas nos trilhos que isso é o mais importante. Os estados passam por uma crise financeira que é inédita. Nenhum escapa disso, portanto as reformas são uma parcela importante do receituário para combater esse problema e colocar tudo nos eixos".

Segundo o economista, o que aconteceu nos últimos anos é que o déficit previdenciário disparou acima de qualquer expectativa com o envelhecimento da população e com outros problemas criados  por políticas equivocadas feitas no passado. 

"As estatísticas mostram que de 2014 pra cá a situação se agravou bastante. Junto com isso veio a maior recessão da história do Brasil. Não tem nenhuma situação registrada da nossa história em que dois anos seguidos tenham dito uma contratação da atividade econômica tão forte. Como muitos chamam, e eu não gosto de dizer isso, mas talvez é a melhor forma, é de são tempestades perfeitas que aconteceram conjuntamente e deixaram as finanças regionais em situação de real calamidade".

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